Sexta-feira, Outubro 2, 2009
Sexta-feira, Setembro 18, 2009
Muro ainda desejado
Um em cada sete alemães quer a volta do Muro de Berlim por acreditarem que estavam em melhores condições quando o país ainda era dividido em Alemanha Oriental e Alemanha Ocidental. A pesquisa de opinião publicada nesta quarta-feira, 16, lembra os 20 anos da queda do Muro, em 9 de novembro de 1989.
Cerca de mil alemães foram ouvidos na pesquisa realizada pelo instituto Forsa e publicada na revista Stern. Desses, 15% gostariam que o país voltasse a ser dividido. Entre os que queriam a volta da divisão, 16% moravam na parte ocidental de Berlim e 10% na parte oriental.
A pesquisa constatou que muitos moradores da parte ocidental do país, que vivia sob o sistema capitalista, reclamam das altas taxas de impostos que têm de pagar para a reconstrução da parte oriental, sob a administração socialista até 1989. Cerca 1,2 trilhões de euros dos fundos do governo foram transferidos para a antiga Alemanha Oriental nos últimos 20 anos.
Os alemães da parte oriental mostraram-se descontentes com os níveis de renda, que equivalem, em média, a 80% do que ganham os da parte ocidental. Eles criticam, ainda, a alta taxa de desemprego, que tem feito com que a população do leste deixe essa parte do país. Desde 1990, a população do leste diminuiu em cerca de dois milhões.
A pesquisa indica, ainda, que 55% acreditam que a unificação da Alemanha poderia ser feita com um “imposto solidário”, enquanto 50% acham que taxas mais altas para os alemães da parte oriental reduziria as tensões entre leste e oeste.
Quarta-feira, Setembro 2, 2009
The Pursuit of Happyness
Segunda-feira, Agosto 31, 2009
I am Sam
Domingo, Agosto 30, 2009
Segunda-feira, Agosto 3, 2009
Nissan Leaf
O novo automóvel poderá ter baterias fabricadas em Portugal e chegará ao nosso país em 2010
A Nissan irá vender o seu novo carro eléctrico, cujas baterias poderão ser feitas em Portugal, por um preço idêntico ao do compacto Tiida, que no nosso país se vende a partir de 18 450 euros.

O novo carro, com o nome Leaf (folha, em inglês), foi apresentado ontem em Yokohama e deverá chegar aos mercados japonês, europeu e norte-americano em 2010, devendo começar a ser produzido em massa, a nível global, em 2012.
Com uma autonomia de 160 quilómetros com uma única carga de bateria, o Leaf não tem escape, nem qualquer mecanismo que queime gasolina, apenas os packs de baterias de iões de lítio, afirmou o presidente executivo da Nissan, Carlos Ghosn, que foi o primeiro a conduzir o carro, levando a seu lado o primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi.
O construtor automóvel prevê uma produção anual inicial de 50 mil unidades na fábrica de Yokohama. As baterias para este novo modelo deverão ser fabricadas em Portugal e em Inglaterra, os dois países escolhidos para a instalação de fábricas.

O plano negociado entre a Nissan e o Governo português inclui, além da fábrica de baterias - que pode ficar em Estarreja ou Sines - um projecto de criação de uma rede de abastecimento de veículos eléctricos.
DN









